sábado, 12 de novembro de 2011

Um cientista social frustrado!

Resolvi parar de falar de política. Ninguém lê a porra da postagem que eu me mato pra fazer e só sabem reclamar e eu também. Falarei agora de coisas mais lights, ou mais heavy metals! Sou um cientista social frustrado, porque quando, finalmente, estou percebendo alguma coisa no mundo, crio uma teoria e a porra da teoria que eu criei, além de não servir pra muita coisa, ainda, de uma certa forma, está errada. 
Sei que vou me arrepender de escrever essas linhas um dia. Lembrarei e pensarei "puta que pariu, que merda que eu escrevi nesse blog aqui!" porque estou sempre mudando. Sabe aquela cartinha que você fez para o primeiro namoradinho e acha aquilo, hoje, muito idiota? Pois é, sinto que esse blog será dessa mesma forma, em algum momento da minha vida irei me arrepender de ter feito... e apagarei.
O bom disso tudo, é que ninguém mais lê um blog. Entro nessa empreitada sabendo que já estou fracassado desde o início, tem muita coisa pra fazer, estudar, do que ficar postando besteira num blog que ninguém vai ler. Paciência, estamos aqui para isso.
Sou um cientista social frustrado, como dizia o raulzito, uma metamorfose ambulante, que não tem simplesmente aquela velha opinião formada sobre tudo. Mas ocorre que em todo lugar que eu vou crio teorias, e essas teorias é que são o objeto do meu blog, e já li tanta coisa sobre o antigo HOMENS X MULHERES que gostaria também de postar. 
Eu não disse que ia me arrepender? Já estou me arrependendo.
Sabendo que esse blog tende ao fracasso, será usado como arma das pessoas que me gostam-odeiam (porque as pessoas te odeiam porque gostam de ti, ou você ainda acha que o contrário do amor é o ódio?), ex-atuais-potencialmente-namoradas, amigos bacanas - cachaceiros ou não, amigos de infância que só postarão pra puxar saco SE postarem, bebuns, mendigos, pessoas da Etiópia, lesmas, protozoários, cianofíceas e nerds (último propositalmente)
Esse blog, nasce pra ser underground, mas não sei quanto tempo durará. 
Quem comentar ganha um doce.